Cidade devastada com enorme cratera ao centro em Resident Evil Requiem

Resident Evil Requiem: quais são os finais e o que muda na história? [CONTÉM SPOILERS]

Os finais de Resident Evil Requiem surpreenderam até os fãs mais experientes da franquia, principalmente pela forma como uma única decisão muda completamente o destino da história. Diferente de capítulos anteriores mais lineares, aqui o jogador realmente sente o peso da escolha.

Na reta final, tudo gira em torno de Elpis e da senha que Grace precisa digitar no sistema da ARK. Parece um detalhe técnico, mas é exatamente nesse momento que o jogo se divide em dois caminhos totalmente distintos.

  • Leon vive ou morre? 
  • O vilão é derrotado de forma definitiva ou tudo termina em tragédia? 

Antes de escolher, vale entender exatamente o que cada decisão provoca na narrativa. E é isso que eu vou te explicar agora, de forma direta e sem enrolação.

Quantos finais Resident Evil Requiem tem?

Resident Evil Requiem apresenta duas possibilidades claras:

  • Final ruim: acontece quando o jogador decide destruir Elpis;
  • Final bom (canônico): ocorre quando a escolha é liberar Elpis.

A decisão surge quando Grace precisa inserir a senha no sistema da ARK, determinando o destino da substância e alterando completamente o rumo da narrativa.

Final ruim: destruir Elpis

Ao optar por destruir Elpis, a história mergulha em um tom mais pesado e trágico, alterando drasticamente o destino dos personagens principais. A escolha transforma o clímax em um desfecho amargo.

Nesse caminho, os acontecimentos se desenrolam da seguinte forma:

  • A instalação da ARK é completamente destruída, encerrando qualquer possibilidade de estudo ou cura;
  • Leon, já enfraquecido pelos efeitos do vírus, acaba sendo morto por Zeno durante o confronto final;
  • Grace consegue escapar sozinha, carregando o peso da decisão e da perda do parceiro;
  • Não há uma batalha final tradicional, o que reforça a sensação de encerramento abrupto e incompleto.

Final bom: liberar Elpis

Quando o jogador decide liberar Elpis, a narrativa toma um rumo completamente diferente e revela informações fundamentais para compreender toda a trama. O clima deixa de ser puramente trágico e ganha um tom mais revelador.

A partir daí:

  • Elpis deixa de ser vista apenas como uma arma biológica e passa a representar uma possível cura;
  • Leon é salvo e recupera suas forças, retomando seu papel ativo no confronto final;
  • Zeno perde vantagem ao utilizar a substância de forma equivocada;
  • Victor Gideon assume o protagonismo do clímax, enfrentando os personagens em sua forma monstruosa;
  • O desfecho ganha mais coerência com o futuro da franquia e fecha o arco de maneira satisfatória.

Qual final é o verdadeiro em Resident Evil Requiem?

Embora o jogo permita experimentar dois caminhos distintos, a narrativa deixa pistas claras sobre qual desfecho deve ser considerado oficial.

O final em que Elpis é liberada apresenta maior desenvolvimento dramático, resolve os principais conflitos e prepara terreno para os próximos eventos da franquia. Além disso, mantém Leon vivo, algo difícil de ignorar dentro da continuidade da série.

Já o caminho em que a substância é destruída funciona como uma rota alternativa mais trágica e punitiva, oferecendo uma experiência diferente, porém menos completa.

No fim das contas, os dois finais de Resident Evil Requiem reforçam uma ideia clássica da saga: toda escolha tem consequências, mas nem todas levam ao futuro da história.

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